O Festival de Palmito Pupunha e Cerveja Artesanal 2026 encerrou mais uma edição de sucesso em Aldeia Velha, distrito de Silva Jardim, reafirmando sua vocação como um evento capaz de unir gastronomia, produção artesanal, música – rock & blues, natureza e turismo em uma mesma experiência.
Realizado nos dias 26 e 27 de setembro, na Aldeia Velha Cervejaria, o festival recebeu moradores, grupos acompanhados por guias de turismo e visitantes de diferentes cidades, transformou o espaço em um grande ponto de encontro para famílias, grupos de amigos, apreciadores de cerveja artesanal e turistas interessados em conhecer os sabores e as belezas do distrito.
A edição de 2026 representou mais um passo no crescimento do evento. A cada ano, o festival amplia e aperfeiçoa sua estrutura, diversifica as experiências oferecidas ao público e fortalece sua identidade. O resultado já faz a organização olhar para o futuro: o planejamento para a edição de 2027 começou.
Para a mestre cervejeira e proprietária da Aldeia Velha Cervejaria, Kelly Stalloni, o crescimento do festival demonstra que a proposta vem se consolidando e ganhando força a cada edição, especialmente por oferecer uma experiência autêntica: degustar pratos criativos à base de palmito pupunha tendo como cenário a própria plantação onde o ingrediente é cultivado.
“É muito gratificante acompanhar essa evolução. A cada ano, desde 2018, procuramos melhorar, observar o que funcionou, ouvir o nosso público e trazer novidades. O festival nasceu valorizando dois produtos que têm uma ligação muito forte com Aldeia Velha, o palmito pupunha e a cerveja artesanal, mas hoje ele representa muito mais. É gastronomia, música – rock & blues, turismo, natureza e, principalmente, uma oportunidade de apresentar o nosso distrito para pessoas que chegam de diferentes cidades. Terminamos a edição de 2026 muito felizes com o resultado e já começamos a pensar em 2027. Nosso objetivo é crescer, mantendo a essência do festival, com qualidade, organização e sustentabilidade”, destaca Kelly Stalloni.
Uma experiência para viver – e fotografar
Além da programação, a própria ambientação ganhou protagonismo nesta edição. A estrutura foi planejada para proporcionar uma experiência completa ao visitante, com espaços instagramáveis e cenários integrados à natureza e à identidade da cervejaria.
A proposta estimulou o público não apenas a participar das atividades, mas a registrar e compartilhar a experiência, ampliando espontaneamente a divulgação de Aldeia Velha nas redes sociais.
Entre um chopp, um prato e uma apresentação musical, os visitantes encontraram um ambiente descontraído, cercado pelo verde e preparado para receber diferentes públicos.
A programação musical manteve a identidade que o festival vem construindo, com rock e blues ao longo dos dois dias. No sábado, passaram pelo palco Firebird, Cia do Rock e Hipernova. No domingo, a programação musical ficou por conta da banda Kilômetro 50.
Palmito pupunha como protagonista
Na gastronomia, o palmito pupunha mostrou toda a sua versatilidade. O ingrediente, fortemente relacionado à produção da região, apareceu em receitas tradicionais e releituras elaboradas especialmente para o festival.
Chefs convidadas participaram da programação, contribuindo para transformar o evento também em uma vitrine gastronômica. Entre as participantes estiveram Gisele Nascimento de Oliveira e Patrícia Medeiros, que apresentaram diferentes técnicas, combinações e formas de trabalhar o palmito.
O público encontrou preparos como dadinho de tapioca com palmito, quiche de palmito com alho-poró, caldo de palmito, macarrão de palmito com camarão, risoto de palmito com ragu de costela, bobó de camarão com palmito, croquetes, além de outras criações.
A tenda da própria Aldeia Velha Cervejaria completou a experiência gastronômica com churrasco, acompanhamentos, pastéis com diferentes recheios de palmito e a tradicional haste de palmito.
Para harmonizar com os sabores, os chopps produzidos pela casa foram outro destaque. A produção artesanal é um dos pilares da identidade da cervejaria e divide com o palmito pupunha o protagonismo que dá nome ao festival.
Vinhos, drinks, artesanato, área kids e ambiente pet friendly complementaram a experiência, reforçando a proposta de um evento pensado para diferentes públicos.
Visitantes aprovam evolução do festival
O crescimento percebido pela organização também foi destacado por quem voltou a Aldeia Velha especialmente para participar do evento.
Vindos de Minas Gerais, Sumaia Fagundes e Dã Estanislau participaram do festival pelo segundo ano consecutivo. Para o casal, a edição de 2026 conseguiu superar a experiência vivida no ano anterior.
“É o segundo ano consecutivo que participamos. No ano passado já tinha sido muito bom e este ano nos surpreendeu ainda mais positivamente. É muito bacana perceber como o evento cresceu e melhorou”, comentam.
Para outros visitantes, o festival também funcionou como porta de entrada para conhecer Aldeia Velha.
Adriana Siqueira, de Cabo Frio, esteve pela primeira vez no distrito e aprovou tanto o evento quanto o destino. “Vim curtir o evento. Estou achando incrível, muito impressionada com a estrutura, qualidade, som. O distrito é uma delícia. Primeira impressão top. Amei”, afirmou.
A percepção dos visitantes reforça um dos principais resultados do festival: sua capacidade de atrair pessoas que talvez ainda não conhecessem Aldeia Velha e apresentar, a partir do evento, outros atributos turísticos do distrito.



